Meu filho prendeu o dedo na porta. O que eu faço?

Marina Lopes

Do Bolsa de Bebê

Quando o pequeno começa a engatinhar, um universo de possibilidades se abre para ele – e de riscos também. Nada fica mais tão calmo e seguro quanto antes, afinal ele quer se aventurar, mas não conhece os perigos que se escondem pela casa.

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Com um empurrão ele abre uma porta para ir do quarto para a sala, mas o vento bate e prende o dedo na porta. Esta situação bastante frequente e dolorosa assusta pais e crianças, mas pode ser contornada com facilidade.

Como prevenir acidentes domésticos 

Nesta fase, os pais devem ficar o sinal de alerta ligado dia e noite, pois uma pequena distração pode causar um acidente fácil de ser evitado.

“Use os prendedores de portas quando quiser mantê-las abertas e, sempre que possível, dispositivos de segurança (molas, por exemplo) para evitar que elas batam ou se fechem abruptamente”, indica o pediatra Moisés Checkinski.

O que fazer quando a criança prende o dedo na porta? 

Cada caso é um caso e precisa ser avaliado individualmente. Esse tipo de acidente doméstico com criança pode causar desde uma pequena contusão até riscos de lesão mais grave no dedo.

Assim que perceber, mantenha a calma para poder acalmar a criança, e conseguir avaliar o que aconteceu. “A criança estará provavelmente assustada e com dor e o dedo inchado, com corte e sangramento, roxo, unha pode estar solta ou até a região levemente esmagada”, explica o especialista. Lave a região com água corrente, seque e analise.

A estrutura frágil e pequena das crianças é mais suscetível a fraturas, por isso, uma avaliação em pronto-socorro pode ser necessária, tanto para uma radiografia, quanto para uma sutura em um corte.

“Mesmo após o primeiro atendimento, é necessário acompanhar a evolução do processo de recuperação por um período determinado pelo profissional que o atendeu”, explica o pediatra.

Não subestimar a gravidade dos acidentes domésticos é o passo mais importante para garantir a saúde e o bem-estar do pequeno. Recorra a um pronto socorro ou ao pediatra sempre que achar que a situação merece um pouquinho mais de atenção.

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