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	<title>Bolsa de Bebê</title>
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	<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 00:00:00 -0300</pubDate>
	<copyright>Bolsa de Mulher S.A.</copyright>
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	<language>pt-br</language>
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	<title>A idade da birra</title>
	<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 00:00:00 -0300</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
		<category>1 a 3 ANOS</category>
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		<description><![CDATA[Saiba por que é tão difícil lidar com as crianças de dois anos

<p>Por volta de um ano e meio, seu filho come&ccedil;a a entender o mundo que o cerca e a se preceber como indiv&iacute;duo. O lado bom &eacute; que o pequeno est&aacute; amadurecendo e j&aacute; &eacute; capaz de fazer algumas coisas sozinho. E quando ele n&atilde;o quer obedecer e faz apenas as suas pr&oacute;prias vontades? Segundo a psic&oacute;loga e doutoranda em desenvolvimento infantil, gesta&ccedil;&atilde;o e parto, Aline Melo, a fase da birra, apesar de irritar muito as m&atilde;es, &eacute; um mal necess&aacute;rio. &ldquo;Ela &eacute; importante para o desenvolvimento emocional da crian&ccedil;a&rdquo;, afirma. <br /><br />O papel dos pais durante essa fase &eacute; oferecer limites &agrave; crian&ccedil;a. &ldquo;Ela n&atilde;o tem no&ccedil;&atilde;o do que pode ou o que n&atilde;o, por isso precisa de algu&eacute;m para orient&aacute;-la&rdquo;, afirma a especialista. A falta de uma indica&ccedil;&atilde;o do que &eacute; certo ou errado nessa &eacute;poca vai refletir por toda a vida do seu filho. &ldquo;Crian&ccedil;as que crescem sem limites tendem a ser adultos inseguros&rdquo;, explica.<br /><br />Assim que a manha come&ccedil;ar, procure n&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia e seja firme. &ldquo;Diga para a crian&ccedil;a que aquilo que est&aacute; fazendo &eacute; muito feio e que n&atilde;o pode agir daquela maneira. N&atilde;o precisa explicar muito o porqu&ecirc;: crian&ccedil;as dessa idade n&atilde;o compreendem explica&ccedil;&otilde;es mais complexas&rdquo;, diz Aline. Al&eacute;m disso, encerre a situa&ccedil;&atilde;o rapidamente. &ldquo;Imediatamente ap&oacute;s a repreens&atilde;o, mude o foco. Proponha assistir a um v&iacute;deo, por exemplo. Nessa faixa de idade, eles se distraem muito r&aacute;pido&rdquo;, completa Aline.<br /><br />&Eacute; preciso lembrar que , tamb&eacute;m nessa idade, a crian&ccedil;a aprende os pontos que afetam a m&atilde;e. E &eacute; justamente por isso que ela vai test&aacute;-la at&eacute; o limite de sua paci&ecirc;ncia. &ldquo;Procure n&atilde;o entrar em embate com a crian&ccedil;a e seja coerente. O que n&atilde;o pode hoje tamb&eacute;m n&atilde;o poder&aacute; amanh&atilde;, porque a crian&ccedil;a vai insistir depois. &Eacute; importante que pai e m&atilde;e conversem e decidam como agir, para que a crian&ccedil;a receba as mesmas informa&ccedil;&otilde;es&rdquo;, complementa a especialista. <br /><br /></p><p><strong>LEIA TAMB&Eacute;M:</strong></p><p><a HREF="http://bebe.bolsademulher.com//1a3anos/materia/adeus_a_mamadeira/112664/1"><strong class="TexCor2 TexTam2">Adeus &agrave; mamadeira</strong></a></p><p> </p><p><a HREF="http://bebe.bolsademulher.com//1a3anos/materia/ele_se_recusa_a_beber_agua_e_agora/111982/1"><strong class="TexCor2 TexTam2">Ele se recusa a beber &aacute;gua: e agora?</strong></a> <br /></p> 
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</item>

<item>
	<title>Estou grávida, mas os meus cabelos</title>
	<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 00:00:00 -0300</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
		<category>GRÁVIDA</category>
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		<description><![CDATA[Saiba o que é permitido em coloração para gestantes

<p>A vaidade acompanha a mulher em todas as fases da vida. Na gravidez n&atilde;o &eacute; diferente, mas com algumas restri&ccedil;&otilde;es. Antigamente, a mulher de cabelos tingidos passava os nove meses de gesta&ccedil;&atilde;o e o per&iacute;odo de aleitamento esperando o dia de princesa no sal&atilde;o. Hoje em dia, as coisas mudaram um pouco: com alguns cuidados, a mulher tem alternativas para ficar mais bela num per&iacute;odo t&atilde;o pleno como a gravidez.<br /><br />Antes de ir ao sal&atilde;o, converse previamente com o seu m&eacute;dico.  Primeiramente &eacute; essencial evitar o uso de tinturas durante o per&iacute;odo gestacional. &ldquo;Este ponto &eacute; ainda controverso na medicina, por n&atilde;o existirem estudos cient&iacute;ficos que confirmem a total seguran&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o ao uso de tinturas para o cabelo neste per&iacute;odo. Existem duas linhas de pensamento dentro da classe m&eacute;dica: os que n&atilde;o recomendam qualquer tipo de colora&ccedil;&atilde;o durante toda a gesta&ccedil;&atilde;o e aqueles que recomendam ap&oacute;s o primeiro trimestre, desde que sejam produtos sem am&ocirc;nia ou metais pesados&rdquo;, explica a dermatologista Mariana Carvalho Costa, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia.<br /> <br /><strong>Na d&uacute;vida previna-se. Saiba quais s&atilde;o as alternativas:</strong><br /><br /><strong>Ap&oacute;s os tr&ecirc;s primeiros meses</strong><br />O uso de produtos com am&ocirc;nia est&aacute; proibido, segundo Costa. &ldquo;A am&ocirc;nia, por ser  vol&aacute;til, pode ser aspirada pela gestante e o seu uso deve ser evitado&rdquo;.  Tamb&eacute;m s&atilde;o proibidos compostos com benzeno, formol, guanidina, iodo e chumbo, presentes em produtos para alisamento e tinturas. Por isso, preste aten&ccedil;&atilde;o na composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica do produto a ser utilizado.<br /><br /><strong>Colorir usando produtos naturais</strong><br />&quot;A henna &eacute; uma &oacute;tima op&ccedil;&atilde;o para quem est&aacute; gr&aacute;vida e quer disfar&ccedil;ar os cabelos brancos, por exemplo, porque &eacute; 100% natural&rdquo;, recomenda o hairstylist Anderson Couto, do sal&atilde;o Majestic.&ldquo;Cuidado com algumas hennas do mercado que s&atilde;o misturadas a outros compostos, como metais pesados, que devem sempre ser evitados pela gestante&rdquo;, alerta a dermatologista.<br /><br /><strong>Proteja o coro cabeludo<br /></strong>&ldquo;Evite processos em que o produto entra em contato com o couro cabeludo. Embora a absor&ccedil;&atilde;o do produto seja considerada m&iacute;nima, ainda existe o risco de que aconte&ccedil;a a sua passagem para o corrente sangu&iacute;nea&rdquo;, alerta Mariana Carvalho Costa.<br /><br /><strong>Tonaliza&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria </strong><br />M&aacute;scara de colora&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria, que sai dos fios a cada lavagem.  &ldquo;Alguns tonalizantes s&atilde;o indicados por n&atilde;o possu&iacute;rem em sua formula&ccedil;&atilde;o am&ocirc;nia, benzeno, chumbo e iodo. N&atilde;o h&aacute; dados comprovados dos malef&iacute;cios que essas subst&acirc;ncias causam. Por&eacute;m, a indica&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica &eacute; que essas subst&acirc;ncias n&atilde;o sejam utilizadas,&quot; recomenda Couto.<br /><br /><strong>Prolongue o efeito</strong><br />&ldquo;Indicamos sempre produtos que promovam uma fixa&ccedil;&atilde;o da cor nos fios. Hoje, existem v&aacute;rios produtos vendidos em sal&atilde;o que realmente seguram a cor por um per&iacute;odo maior no cabelo. Normalmente, ap&oacute;s um processo de colora&ccedil;&atilde;o no sal&atilde;o, utilizamos xampu e condicionador que interrompem o processo oxidativo que acontece quando uma tintura est&aacute; sendo retirada dos fios. Procure um xampu e um condicionador voltados para essa necessidade. Utilize um bom leave-in ou serum com FPS. Procure tamb&eacute;m evitar a exposi&ccedil;&atilde;o ao sol, evitando que o cabelo desbote&rdquo;, conclui o hairstylist.<br /></p><p> </p><p> </p> 
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</item>

<item>
	<title>Distúrbios do sono na gravidez</title>
	<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 00:00:00 -0300</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
		<category>GRÁVIDA</category>
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		<description><![CDATA[Conheça os fatores que podem prejudicar o sono nessa fase da vida

<p>As altera&ccedil;&otilde;es hormonais, o excesso de peso, a barriga que n&atilde;o ajuda na hora de escolher uma posi&ccedil;&atilde;o para dormir, a vontade de ir ao banheiro toda hora durante &agrave; noite e as mudan&ccedil;as no metabolismo est&atilde;o entre os principais motivos da diminui&ccedil;&atilde;o na qualidade de sono durante a gravidez. &ldquo;Dist&uacute;rbios do sono em gestantes e lactantes n&atilde;o s&atilde;o necessariamente uma doen&ccedil;a, mas sintomas que indicam que algo est&aacute; errado e precisa ser corrigido&rdquo;, afirma Geisa Quental, m&eacute;dica homeopata da Associa&ccedil;&atilde;o Paulista de Homeopatia (APH).<br /><br />Noites mal dormidas trazem s&eacute;rias consqu&ecirc;ncias no dia a dia das futuras m&atilde;es. &ldquo;A maior queixa das gr&aacute;vidas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s consequ&ecirc;ncias dos dist&uacute;rbios do sono s&atilde;o as altera&ccedil;&otilde;es no humor, brigas com o parceiro, crises de ang&uacute;stia, aumento da ansiedade e queda da imunidade,&rdquo; pontua a especialista. <br /><br />Para evitar que esses problemas ocorram, algumas atitudes s&atilde;o necess&aacute;rias: &ldquo;O que fazemos &eacute; preparar essa mulher durante o pr&eacute;-natal e controlar as causas, bem como manter press&atilde;o e peso est&aacute;veis, seguindo uma dieta adequada, praticando exerc&iacute;cios f&iacute;sicos, e, se necess&aacute;rio, administrando medicamentos para ansiedade&rdquo;,  explica a m&eacute;dica.<br /><br />Em cada per&iacute;odo da gravidez, diversos fatores contribuem para a m&aacute; qualidade do sono, de acordo com a especialista.  Confira! <br /><strong><br />Primeiro trimestre:</strong></p><p>&ldquo;Nessa fase, a sonol&ecirc;ncia geralmente &eacute; causada por altera&ccedil;&otilde;es no metabolismo. &Eacute; comum apresentar sono muito forte a qualquer hora do dia.&rdquo; <br /></p><p> </p><p><strong>Segundo trimestre:</strong><br />&ldquo;Os maiores problemas com o sono t&ecirc;m origem na vontade constante de ir ao banheiro, originada pelos est&iacute;mulos hormonais e pelo peso do &uacute;tero na bexiga.&rdquo;<br /> <br /><strong>Terceiro trimestre:</strong></p><p>&ldquo;A mulher tem dificuldade em achar uma posi&ccedil;&atilde;o confort&aacute;vel para dormir e o metabolismo se acelera. Os horm&ocirc;nios trabalham para que a gestante durma menos para que esteja preparada ao intenso ritmo de  amamenta&ccedil;&atilde;o e cuidados intensos com o beb&ecirc;. Ao final da gesta&ccedil;&atilde;o,  a sensa&ccedil;&atilde;o de fadiga e peso &eacute; mais forte&rdquo;. <br /> <br /> <strong>LEIA TAMB&Eacute;M:</strong></p><p><a HREF="http://bebe.bolsademulher.com//1a3anos/materia/adeus_a_mamadeira/112664/1"><strong class="TexCor2 TexTam2">Adeus &agrave; mamadeira</strong></a></p><p> </p><p><a HREF="http://bebe.bolsademulher.com//planejamento/materia/nomes_da_moda/112228/1"><strong class="TexCor2 TexTam2">Nomes da moda</strong></a> <br /></p> 
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</item>

<item>
	<title>Não pode faltar!</title>
	<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 00:00:00 -0300</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
		<category>PLANEJAMENTO</category>
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		<description><![CDATA[Peças básicas do armário do bebê

Fazer o enxoval do beb&ecirc; &eacute; sempre delicioso. A m&atilde;e sempre imagina o seu pequeno naquelas aconchegantes roupinhas. Para n&atilde;o exagerar nas compras, saiba que o guarda-roupa do seu pequeno deve ter pe&ccedil;as coringas. &ldquo;De prefer&ecirc;ncia ao algod&atilde;o e lave todas as pe&ccedil;as com sab&atilde;o neutro ou de coco, para evitar qualquer alergia&rdquo;, sugere a empres&aacute;ria Anna Paola Vogel, propriet&aacute;ria da Loja Gateau, espa&ccedil;o infantil de moda no Jardim Paulistano.<br /><br />Para mostrar que o seu beb&ecirc; est&aacute; &#39;antenado&#39; na moda, aposte no tradicional macac&atilde;o, com ou sem aquele pezinho. A pe&ccedil;a &eacute; um charme para meninos e meninas. &ldquo;Macac&atilde;o, &eacute; uma roupa b&aacute;sica no guarda-roupa dos pequenos, super pr&aacute;tico e confort&aacute;vel. &Eacute; a roupinha mais gostosa para o beb&ecirc;&rdquo;, garante Vogel.<br /><br />No dia a dia, a pe&ccedil;a mais usada &eacute; o body, com estampa, b&aacute;sicos ou coloridos. Anna Paola, que &eacute; m&atilde;e de duas meninas, Maria Clara Vogel, de tr&ecirc;s anos, e Maria Fernanda Vogel, de 1 ano e 2 meses, recomenda: &ldquo;A manga curta ou longa &eacute; o que mais a m&atilde;e vai usar no seu beb&ecirc; no in&iacute;cio, tanto a pe&ccedil;a sozinha quanto por baixo de um macac&atilde;o, um vestidinho. D&ecirc; prefer&ecirc;ncia aos que possuem 100% algod&atilde;o, pois evita alergias&rdquo;, explica. <br /><br />O tradicional sapatinho vermelho, normalmente o primeiro presente do baby que &eacute; usado para sair da maternidade, pode dar um up no look mais b&aacute;sico para outros passeios. Camisa de pag&atilde;o em dias mais quentes, caso o beb&ecirc; v&aacute; nascer no ver&atilde;o, e babadores s&atilde;o outras pe&ccedil;as b&aacute;sicas do enxoval. As m&atilde;es de primeira viagem acabam esquecendo de dois importantes itens: &ldquo;o cueiro serve como prote&ccedil;&atilde;o para o beb&ecirc; na hora de trocar a fralda. A m&atilde;e que est&aacute; no parque coloca no ch&atilde;o para o beb&ecirc; sentar, j&aacute; se est&aacute; muito sol o objeto cobre o carrinho. E a manta, tanto de algod&atilde;o leve para o ver&atilde;o quanto as mais pesadas, protege e acolhe o beb&ecirc;&rdquo;, conclui Vogel.<br /><br /> 
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</item>

<item>
	<title>Seu filho não para quieto?</title>
	<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 00:00:00 -0300</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
		<category>1 a 3 ANOS</category>
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		<description><![CDATA[Saiba identificar se ele é agitado ou é portador de TDAH

<p>A hiperatividade ou TDAH (transtorno do d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o com hiperatividade) &eacute; caracterizada pela dificuldade de concentra&ccedil;&atilde;o e aquieta&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a. &ldquo;Ela n&atilde;o consegue ficar parada por muito tempo, muda muito r&aacute;pido de interesse nos brinquedos, est&aacute; se movimentando o tempo todo e, quando n&atilde;o consegue, mexe com as m&atilde;os ou os p&eacute;s&rdquo;, explica o psiquiatra infantil Enio Roberto de Andrade, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Cl&iacute;nicas da USP. <br /><br />Normalmente, uma pr&eacute;-disposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica &eacute; respons&aacute;vel pelo desenvolvimento do TDAH na crian&ccedil;a. Mas existem outros fatores que contribuem para o seu surgimento. &ldquo;Fumar, beber, usar drogas il&iacute;citas durante a gesta&ccedil;&atilde;o, a ocorr&ecirc;ncia de hip&oacute;xia perinatal, que &eacute; a baixa oxigena&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro ap&oacute;s o nascimento, e, mais raramente, o trauma cranioencef&aacute;lico podem causar sintomas do transtorno do d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o com hiperatividade&rdquo;, pontua o psiquiatra. <br /><br />Identificar um beb&ecirc; hiperativo n&atilde;o &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil, pois pode ser que ele seja apenas agitado. &ldquo;Agora, se o beb&ecirc; tem dificuldade para dormir, n&atilde;o consegue ficar quieto, n&atilde;o consegue mamar com tranquilidade, mexe-se muito no ber&ccedil;o, chora muito e tem sono agitado, pode ser um caso de TDAH&rdquo;, identifica o m&eacute;dico. &ldquo;Mas este diagn&oacute;stico s&oacute; poder&aacute; ser feito mais tarde, por volta dos 3 ou 4 anos&rdquo;, acrescenta.<br /> <br />Por esse motivo, o tratamento tamb&eacute;m s&oacute; poder&aacute; ser realizado a partir dessa idade. &ldquo;Quando a crian&ccedil;a &eacute; muito nova, geralmente, n&atilde;o se recomenda o uso de medica&ccedil;&atilde;o. Os pais s&atilde;o orientados apenas sobre como lidar com elas&rdquo;, diz Andrade. O importante &eacute; ter bastante calma com os portadores do transtorno. &ldquo;Quando se trata de um beb&ecirc;, o ideal &eacute; que o ambiente seja tranquilo e, principalmente, que se crie uma rotina, em especial na hora de dormir, pois frequentemente qualquer est&iacute;mulo pode despert&aacute;-lo. Com a crian&ccedil;a, tente falar calmamente, pe&ccedil;a que preste aten&ccedil;&atilde;o em voc&ecirc;, que a olhe nos olhos. Depois, pe&ccedil;a para que repita o que voc&ecirc; disse, para ver se ela entendeu&rdquo;, orienta.<br /></p><p> </p><p> </p><p><strong>LEIA TAMB&Eacute;M:</strong></p><p><a HREF="http://bebe.bolsademulher.com//1a3anos/materia/adeus_a_mamadeira/112664/1"><strong class="TexCor2 TexTam2">Adeus &agrave; mamadeira</strong></a></p><p> </p><p><a HREF="http://bebe.bolsademulher.com//0a1ano/materia/bumbum_de_nenem/112658/1"><strong class="TexCor2 TexTam2">Bumbum de nen&eacute;m</strong></a> <br /></p> 
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</item>

<item>
	<title>Meu filho vai para a creche</title>
	<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 00:00:00 -0300</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
		<category>1 a 3 ANOS</category>
		<guid>http://bebe.bolsademulher.com//1a3anos/materia/meu_filho_vai_para_a_creche/112556/1?ori=rss</guid>
		<description><![CDATA[Aprenda o que fazer para adaptá-lo a esta nova realidade

Chegou a hora de levar o seu filho para a creche. Foi a decis&atilde;o mais apropriada ap&oacute;s muita conversa, ainda que voc&ecirc; saiba que o seu cora&ccedil;&atilde;o vai ficar na m&atilde;o na hora de entreg&aacute;-lo. A separa&ccedil;&atilde;o sempre ser&aacute; dif&iacute;cil para todos, mas a psic&oacute;loga infantil Patr&iacute;cia Serejo recomenda que os pais tenham certeza do que est&atilde;o fazendo para n&atilde;o passarem inseguran&ccedil;a para a crian&ccedil;a. &ldquo;Eles precisam saber lidar com seus sentimentos, pois ir&atilde;o influenciar diretamente os da crian&ccedil;a. Se conversar um com o outro ou com uma pessoa querida n&atilde;o tranquiliz&aacute;-los, &eacute; indicado um acompanhamento psicoter&aacute;pico para que a m&atilde;e ou o pai identifique e modifique o que sente&rdquo;, diz a especialista.<br /><br />Sendo assim, no come&ccedil;o do processo de adapta&ccedil;&atilde;o, &eacute; papel dos pais entregar o pequeno sem titubear e, segundo Serejo, para evitar qualquer rea&ccedil;&atilde;o negativa, eles devem deixar claro que retornar&atilde;o em breve. &ldquo;Expliquem que voc&ecirc;s v&atilde;o voltar na hora do almo&ccedil;o ou no final da tarde, para que a crian&ccedil;a n&atilde;o se sinta abandonada&rdquo;, ensina. Exaltar os pontos altos da creche tamb&eacute;m v&atilde;o ajud&aacute;-lo a lidar melhor com a novidade. &ldquo;Os pais devem valorizar o lado bom do local: o carinho da professora, as brincadeiras com os amiguinhos, as atividades realizadas. Devem demonstrar interesse pelo que acontece l&aacute; e orgulho pelas conquistas dela, al&eacute;m de enaltecer tamb&eacute;m os seus trabalhinhos&rdquo;, enumera.  <br /><br />&Eacute; comum que surjam dificuldades durante o processo. A especialista explica: &ldquo;Uma recusa da crian&ccedil;a na fase de adapta&ccedil;&atilde;o &eacute; normal e deve ser trabalhada junto com a escola e a fam&iacute;lia. Tamb&eacute;m podemos considerar normal uma recusa em momentos de mudan&ccedil;as na fam&iacute;lia, como a chegada de um irm&atilde;o, doen&ccedil;a ou morte de um ente querido, que naturalmente trazem inseguran&ccedil;a para a crian&ccedil;a. Os sentimentos dela devem ser considerados e trabalhados, com uma vis&atilde;o individual de cada situa&ccedil;&atilde;o e cada fam&iacute;lia. Contudo, se ela j&aacute; est&aacute; adaptada e, de repente, apresenta uma recusa em ir para a escola, &eacute; prudente investigar se est&aacute; ocorrendo algo de errado na creche&rdquo;.<br /><br />Algumas atitudes simples podem fazer a diferen&ccedil;a no ajuste a essa nova realidade. A psic&oacute;loga infantil lista a seguir:<br /><br />- Organize a rotina da crian&ccedil;a, sem excesso de atividades, pois assim ser&aacute; previs&iacute;vel sua ida &agrave; creche.<br />- Acorde a crian&ccedil;a com tempo para se preparar para a ida &agrave; creche: vencer o sono, tomar caf&eacute; da manh&atilde;, etc..<br />- Adquira materiais, dentro do or&ccedil;amento familiar, interessantes para a crian&ccedil;a.<br />- Respeite os hor&aacute;rios de in&iacute;cio e fim de aula.<br />- Construa junto a outras fam&iacute;lias da escola uma rede de amizade.<br /><br /> 
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</item>

<item>
	<title>Adeus à fralda</title>
	<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 00:00:00 -0300</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
		<category>1 a 3 ANOS</category>
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		<description><![CDATA[Saiba a hora certa para a mudança de hábitos

Muitas m&atilde;es n&atilde;o veem a hora de retirar seus filhos da fralda. Mas n&atilde;o adianta ter pressa, na vida da crian&ccedil;a existe um momento certo para tudo: andar, falar, comer alimentos s&oacute;lidos. O mesmo vale para aprender a usar o banheiro. &ldquo;Querer adiantar esse processo pode gerar problemas psicol&oacute;gicos na crian&ccedil;a. &Eacute; como querer que uma crian&ccedil;a de cinco meses ande e isso n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel&rdquo;, compara a pediatra Anete Rodrigues.  <br /><br />Mas, ent&atilde;o, como saber que chegou o momento? Segundo a pediatra, ele vai acontecer naturalmente, l&aacute; pelos dois ou tr&ecirc;s anos. &ldquo;Nessa idade, ela come&ccedil;a a  entender onde s&atilde;o feitos o xixi e o coc&ocirc;&rdquo;, explica a m&eacute;dica. Tamb&eacute;m &eacute; nessa &eacute;poca que come&ccedil;a o amadurecimento fisiol&oacute;gico. &ldquo;&Eacute; importante lembrar que o controle dos esf&iacute;ncteres anal e urin&aacute;rio n&atilde;o acontece antes dessa fase&rdquo;, acrescenta. <br /><br />O papel das m&atilde;es nesse processo &eacute; indicar o caminho. &ldquo;Compre um peniquinho quando o seu filho completar o segundo ano de vida e mostre para ele como us&aacute;-lo. Com o passar do tempo, ele vai come&ccedil;ar a pedir sozinho para ir ao banheiro&rdquo;, garante a pediatra. &Eacute; preciso ter bastante paci&ecirc;ncia para que a crian&ccedil;a consiga abandonar de vez as fraldas. &ldquo;Estimule-a psicologicamente dando um presente ou combine um passeio no parque se ela conseguir ir ao banheiro sozinha durante toda a semana, por exemplo&rdquo;, sugere.<br /><br />Agora, se n&atilde;o estiver conseguindo, n&atilde;o brigue nem humilhe seu filho. &ldquo;N&atilde;o se for&ccedil;a a crian&ccedil;a a sair da fralda. H&aacute; crian&ccedil;as que, devido &agrave; impaci&ecirc;ncia dos pais, desenvolvem padr&otilde;es urin&aacute;rios errados. Exemplo disso s&atilde;o aquelas que ficam sem controle da bexiga e fazem xixi na roupa. Depois, para mudar esse padr&atilde;o de comportamento &eacute; mais dif&iacute;cil&rdquo;, alerta Rodrigues.<br /><br />At&eacute; os quatro anos, o uso da fralda ainda &eacute; clinicamente normal, diagnostica a especialista. &ldquo;N&atilde;o tem problema se passar dessa idade. Mas se, depois dos cinco, ela ainda n&atilde;o consegue ir ao banheiro, vai precisar de um estudo cl&iacute;nico para investigar a origem do problema&rdquo;, afirma. O importante &eacute; n&atilde;o ter pressa. &ldquo;&Eacute; importante lembrar que o controle do esf&iacute;ncter depende do amadurecimento&rdquo;, completa. <br /><br /><br /><br /> 
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<item>
	<title>Bumbum de neném</title>
	<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 00:00:00 -0300</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
		<category>0 a 1 ANO</category>
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		<description><![CDATA[Saiba como evitar assaduras e manter a saúde da pele do seu bebê

<div>Item obrigat&oacute;rio para a m&atilde;e moderna, as fraldas ganham em praticidade, mas todo cuidado &eacute; pouco para evitar que causem assaduras no seu beb&ecirc;. O uso prolongado delas pode gerar um processo inflamat&oacute;rio, ao manter, durante muito tempo, a pele da crian&ccedil;a em contato com res&iacute;duos de urina e fezes. Para evitar o problema, o pediatra Paulo Fontella Filho faz uma recomenda&ccedil;&atilde;o. &ldquo;A maioria das fraldas apresenta ventila&ccedil;&atilde;o inadequada, e isso facilita o aparecimento de les&otilde;es. Mas j&aacute; que deixar de us&aacute;-las o tempo inteiro &eacute; invi&aacute;vel, o ideal &eacute; que durante alguns per&iacute;odos do dia a crian&ccedil;a fique sem fralda, para que a pele possa respirar&rdquo;, explica. </div><div><br /></div><div>A escolha correta da fralda tamb&eacute;m pode ajudar a prevenir o surgimento das assaduras. &ldquo;Quanto mais fina e leve, mais confort&aacute;vel &eacute; a fralda. Evite aquelas que t&ecirc;m muito pl&aacute;stico, pois o material ajuda a abafar. Al&eacute;m disso, a efici&ecirc;ncia da fralda est&aacute; diretamente ligada &agrave; rapidez com que ela tira a urina do contato com a pele. Portanto, um bom gel absorvente &eacute; fundamental, o que infelizmente tem impacto no pre&ccedil;o&rdquo;, diz o pediatra.</div><div><br /></div><div>A solu&ccedil;&atilde;o &eacute; apostar em cremes espec&iacute;ficos. &ldquo;Existem diversos tipos no mercado, os mais seguros s&atilde;o os &agrave; base de &oacute;xido de zinco. Eles criam uma barreira protetora na pele contra o contato da  urina e das fezes da crian&ccedil;a, prevenindo, assim, o aparecimento das assaduras. Al&eacute;m disso, esses cremes apresentam subst&acirc;ncias antiinflamat&oacute;rias, que diminuem um pouco a irrita&ccedil;&atilde;o da pele&rdquo;, explica. </div><div><br /></div><div>Mas, quando as les&otilde;es j&aacute; apareceram, os cremes n&atilde;o tem grande efic&aacute;cia. &ldquo;Nesses casos, a crian&ccedil;a dever&aacute; ser vista por um dermatologista ou pediatra, pois s&atilde;o comuns o processo inflamat&oacute;rio ser muito intenso e a associa&ccedil;&atilde;o de candid&iacute;ase (infec&ccedil;&atilde;o causada por fungo) na les&atilde;o, necessitando de medicamentos espec&iacute;ficos&rdquo;, recomenda.</div><div><br /></div><div>Confira algumas dicas elaboradas pelo pediatra para prevenir as assaduras</div><div><br /></div><div>- Deixar a pele do beb&ecirc; sequinha, com troca de fraldas frequente. </div><div>- Limpar a &aacute;rea dos &oacute;rg&atilde;os genitais do beb&ecirc; com cuidado depois de cada evacua&ccedil;&atilde;o, com agu&aacute; morna e algod&atilde;o, deixando-a bem seca antes de fechar a fralda. </div><div>- O uso de creme antiassaduras cria uma barreira protetora para pele da crian&ccedil;a. &ldquo;Pode e deve ser usado diariamente&rdquo;, recomenda o m&eacute;dico.</div><div>- A introdu&ccedil;&atilde;o de alimentos deve ser feita sob supervis&atilde;o pedi&aacute;trica para evitar que as fezes provoquem mais assaduras.</div><div>- Tente deixar alguns minutos a crian&ccedil;a sem fraldas durante o dia,  para que a pele na regi&atilde;o das fraldas possa respirar.</div><div>- Sempre que tiver alguma les&atilde;o na pele do beb&ecirc;, evite solu&ccedil;&otilde;es caseiras e leve para atendimento com seu pediatra.</div><div><br /></div> 
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</item>

<item>
	<title>Adeus à mamadeira</title>
	<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 00:00:00 -0300</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
		<category>1 a 3 ANOS</category>
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		<description><![CDATA[Saiba como alimentar o seu filho de forma saudável após a mamadeira

<div>A retirada da mamadeira deve ser feita de forma gradual e come&ccedil;ar por volta dos nove meses. &ldquo;A m&atilde;e deve ir introduzindo sucos no copo com canudo ou em copo especial de transi&ccedil;&atilde;o que possuem um bico macio, mas um pouco menos flex&iacute;vel que o da mamadeira. Alguns v&ecirc;m, inclusive, com sistema corta-pingos, que evita que o suco derrame caso o beb&ecirc; vire o copo&rdquo;, ensina a gastropediatra e nutr&oacute;loga infantil Katia Baptista Falc&atilde;o.</div><div><br /></div><div>At&eacute; a retirada total, que deve acontecer quando a crian&ccedil;a tiver entre um e dois anos, a m&atilde;e deve alternar copo e mamadeira. Passar dessa idade pode acarretar uma s&eacute;rie de problemas. A especialista explica: &ldquo;Podem ser de ordem emocional tanto para m&atilde;e, que n&atilde;o consegue aceitar que o filho est&aacute; crescendo, quanto para a a crian&ccedil;a, que n&atilde;o amadurece. Al&eacute;m de problemas na fala e aparecimento de c&aacute;ries&rdquo;.</div><div><br /></div><div>Eliminada a mamadeira, a alimenta&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a precisa ser balanceada. &ldquo;Ela precisa conter todos os nutrientes necess&aacute;rios para o seu desenvolvimento. Elabore card&aacute;pios baseados na pir&acirc;mide alimentar, ou seja, que possuam alimentos de todos os grupos: carboidratos, para energia, vegetais e frutas fontes de vitaminas e minerais, carnes, leite, ovo e leguminosas, gorduras e a&ccedil;&uacute;car&rdquo;, enumera. </div><div><br /></div><div>Para auxiliar as m&atilde;es nessa tarefa, a m&eacute;dica elaborou algumas sugest&otilde;es de papinhas para manter seu filho bem alimentado sem mamadeira.</div> 
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<item>
	<title>Ele se recusa a beber água: e agora?</title>
	<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 00:00:00 -0300</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
		<category>1 a 3 ANOS</category>
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		<description><![CDATA[Chás e uma boa conversa são alguns dos recursos para

Quando os seus filhos se recusam a ingerir &aacute;gua, &eacute; o momento de voc&ecirc; entrar em a&ccedil;&atilde;o. Especialmente no ver&atilde;o, quando o risco de desidrata&ccedil;&atilde;o &eacute; maior, por conta da perda intensa de l&iacute;quido. &ldquo;A &aacute;gua participa de praticamente todos os nossos processos metab&oacute;licos&rdquo;, refor&ccedil;a a nutricionista Alessandra Rodrigues. <br /><br />Refrigerantes, leite e iogurtes: essas s&atilde;o algumas das alternativas a que as m&atilde;es recorrem para tratar a car&ecirc;ncia de &aacute;gua dos filhos. Mas, segundo a especialista, n&atilde;o funcionam. Os refrigerantes, por exemplo, al&eacute;m do excesso de a&ccedil;&uacute;car na composi&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o substituem os benef&iacute;cios da &aacute;gua, assim como o leite e o iogurte tamb&eacute;m n&atilde;o fazem o mesmo papel. &ldquo;Esses alimentos t&ecirc;m outra osmolaridade. As prote&iacute;nas e os nutrientes tamb&eacute;m s&atilde;o diferentes&rdquo;, explica.<br /><br />N&oacute;s sabemos que, na pr&aacute;tica, a tarefa &eacute; bem mais dif&iacute;cil do que parece. Algumas crian&ccedil;as recusam a oferta por pregui&ccedil;a e outras porque n&atilde;o foram incentivadas quando menores. Ainda h&aacute; a parcela que simplesmente n&atilde;o gosta. &ldquo;A partir dos seis meses de vida, quando &eacute; necess&aacute;ria a ingest&atilde;o de outros alimentos, oferecer &aacute;gua &eacute; fundamental para hidrat&aacute;-los. Ainda assim, for&ccedil;ar a crian&ccedil;a a beber &aacute;gua n&atilde;o &eacute; a melhor escolha. Busque solu&ccedil;&otilde;es e converse com o seu filho. Insista de maneira sutil e fale dos benef&iacute;cios. Aos poucos, ele vai entender e tomar a iniciativa. &Eacute; s&oacute; ter paci&ecirc;ncia&rdquo;, ensina a nutricionista Ludmila Soares.<br /><br />Buscar outras alternativas pode ser menos traum&aacute;tico para o seu herdeiro e funcionar muito bem. &ldquo;Tente ch&aacute;s gelados ou mornos. Valem ainda limonada, suco de maracuj&aacute;, acerola ou outros sucos dilu&iacute;dos. A &aacute;gua aromatizada tamb&eacute;m &eacute; uma boa op&ccedil;&atilde;o: coloque nela gomos de tangerina ou folhas de hortel&atilde; e ofere&ccedil;a&rdquo;, sugere Alessandra Rodrigues. <br /><br />E aten&ccedil;&atilde;o: estar de olho nos sinais de desidrata&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental. &ldquo;Dor de cabe&ccedil;a e pele ressecada s&atilde;o alguns sintomas. Nas crian&ccedil;as, &eacute; mais f&aacute;cil perceber o problema atrav&eacute;s do odor e da cor da urina, que normalmente fica escura e com cheiro forte&rdquo;, observa Alessandra. Nesses casos, &eacute; recomendado levar seu filho ao hospital.<br /> 
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